16 de dez de 2011

Usina de Belo Monte e as polêmicas em sua volta

Recentemente foi vinculado este vídeo de protesto contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte:
 

Qualquer manisfestação é válida. O ruim é quando não há envolvimento e nem participação popular. É sempre interessante que haja discussões dos favoráveis e dos contrários quanto a uma nova medida/obra do Governo. Ao final, vemos que o pior não vem a ser a construção de uma usina e sim a desconstrução do papel do cidadão num sistema político. Os efeitos disso, como vemos no Brasil atual, são bem mais devastadores do que o impacto de uma usina hidrelética.

Em resposta deste vídeo e dessa discussão, tivemos outros vídeos como este:
E este do humorista Rafinha Bastos:
Energias limpas são biogás, eólica, solar, etc. Na verdade não existe uma energia por total "limpa". Esta questão de construir ou não construir é boba. O desenvolvimento econômico e urbano é necessário e a sociedade depende inevitavelmente do mesmo. Então a questão deveria apenas ser esta: desenvolvimento sustentável!

Sempre deve ser investido em pesquisa de novas energias, principalmente porque boa parte não é renovável. A Europa já possui uma população com uma educação e uma consciência ambiental bem elevada, por isso também os grandes investimentos em energias menos ofensivas ao meio ambiente. A Europa é uma região mantonhosa e os seus rios ficam congelados boa parte do ano, então por isso também a necessidade de investimentos em outras energias além da hidrelética, estas que em muitas partes da europa é inviável. Então, tradicionalmente, a Europa investiu em energia termoelétrica, solar, nuclear, eólica, etc. As pesquisas no Brasil ainda estão muito imaturas e escassas, necessitam de mais apoio e investimento financeiro, privado e público.

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5 comentários:

  1. É muito fácil ser contra Belo Monte quanda já se tem Energia Elétrica, Água tratada e Esgoto em casa. Essas celebridades nunca se preocuparam com os povos da Civilização Indígenas e nem os conhecem e agora vem se promoverem as custas deles. Muita hipocrisia!

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  2. Puta que comentario idiota o seu em Maurício. Vc está misturando as coisas não se trata de promoção, até mesmo porque são artistas conceituados na televisão, eles estão nos dando ciência de que o tamanho do impacto ambiental x custo / benefício não vale a pena, temos outras fontes de energia, o que os governantes querem é nos roubar ainda mais, deixa de ser hipocrita

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  3. as centrais hidroeléctricas têm sido erradamente consideradas como uma fonte sustentável de energia quando se sabe que o seu impacto ambiental, se não for tido em conta, poderá ser muito elevado. isto porque altera o ecossistema de maneira irreversivel! existem certas medidas que podem ser aplicadas diminuir esse impacto, e por isso é importante algum tipo de contestação, justamente para obrigar os governantes a adotar medidas mais amigas do ambiente! além disso, penso que é importante trazer este tema a público, e nesse sentido, é importante (eu diria mesmo essencial) obter o apoio de personalidades da media!

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  4. Excelente matéria. Conscientização popular é o que a sociedade brasileira está carente.

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  5. Como já se comentou acima, não existe geração de energia sem impacto ambiental. A energia eólica provoca ruído audível, interfere na rota dos pássaros e tem baixa eficiência (tipicamente 30%).

    A energia solar é tão ineficiente que, até pouco tempo, se consumia mais energia para fabricar um painel solar do que ele seria capaz de gerar em sua vida útil. Mesmo hoje, é energia caríssima e sua aplicação é residual.

    Hidrelétricas são, sim, energia limpa e é um privilégio para o Brasil que tenhamos tanto potencial hidrelétrico. Em seminários e fóruns internacionais que participo (sou engenheiro eletricista e trabalho na área) europeus e asiáticos expressão admiração e inveja quando dizemos que, no Brasil, 80% da matriz elétrica é renovável (hidro, eólicas e biomassa). Em todo o mundo, esse percentual é, tipicamente, 30%.

    Na Europa, tão desenvolvida, 80% da energia é térmica (gás, óleo ou -- o pior de todos -- carvão) e nuclear.

    Na China, que possui o maior parque eólico do mundo, os ventos ainda representam apenas 5% do total. 50% é carvão mesmo, porque os chineses sabem que, quem quer crescer, não pode escolher fonte de energia...

    Hoje, com a crise, os cidadãos europeus (principalmente de Portugal e Espanha) estão perguntando porque o governo de lá subsidiou energias caríssimas (solar e eólica) que hoje oneram as contas de luz dos cidadãos. Aqui no Brasil, temos energia hidráulica custando metade da eólica (mesmo esta última tendo baixado bastante de preço nos últimos 3 anos) e 10 vezes mais barata que a solar. Energia renovável, que não libera carbono para a atmosfera -- e ainda discutimos se queremos ou não!

    Sou pela discussão e apoio a troca de ideias. Porém, quando o assunto é técnico, é necessário que as pessoas também busquem informação na mídia especializada. Há muita gente querendo se autopromover e posando de "bonzinhos" quando, na verdade, atuam como inocentes úteis para aqueles que querem deter o rápido progresso do Brasil ou, pior, nos empurrar os equipamentos obsoletos para geração térmica, ou encalhados para geração nuclear ou solar.

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